História do Alves da Cunha

O Alves da Cunha Futebol Clube foi fundado em 1930.

A primeira Copa Cultura de futebol de várzea da cidade de Santos Dumont, com participação de 28 equipes, foi realizada em 16/11/87.

O Alves da Cunha estreou em casa contra o Barcelona F.C. e perdeu por 2x1 no dia 23/01/88. Essa derrota não abalou a equipe, pois conseguiu chegar na final após vencer grandes times como: Estrela, Táxi e Cruzeiro, chegando na final.

A grande final foi contra a Ponte Preta F.C. e o Alves da Cunha perdeu pelo placar de 1x0, gol marcado pelo meia Mosquito aos 40 segundos de jogo. O Alves da Cunha reclama até hoje do árbitro da partida, o Sr. João Veiga, que matava todo lance de ataque do time de São João da Serra.

A partir dessa Copa o Alves da Cunha ficou conhecido pelo apelido de Baleia, devido ao seu uniforme Azul e Branco, apelido dado pelo radialista Juarez Sales.

Na Copa Cultura de 1988 o Alves da Cunha tinha como presidente o Cidinho (Três) e o Técnico era o Romeu.

O time base era formado com os seguintes jogadores: Zé Carlos, Nofrinho, Tião, Três, Zé da Fazenda, Cacaia, Ditão, Zé Maria, Quinca, Jânio, Dito, Garrincha, Daniel, Celso, Julio Cruz.

primeiroTimeAlvesCunha

Em pé ( Dito Mazilão / Zé Carlos / Zé da Fazenda / Tião Leocádio e Daniel do Job
Agachados ( Expedito Domingos / Garrinchinha / Julio Cesar / Celso Pita /Ze Maria e Jânio
Técnico: Romeu, Massagista - Ronaldo Silva ( foto tirada no campo do Nacional da usina )

Neste mesmo ano, o Alves da Cunha disputou em setembro, durante o Festival Esportivo, a Prova de Honra em comemoração ao seu 58o aniversário, perdendo por 3x2 para o Arvoredo FC de Contagem-MG.

Texto enviado pelo Aparecido Martins (Cidinho Três)

Jogo inesquecível

Em 1988, entraram no campo do Social em Santos Dumont os times do Alves da Cunha e da Ponte Preta. Pelo Alves da Cunha indo pro campo com vontade de revanche já que ninguém, lá pelos lados da Serra se esqueceu do jogo decisivo da Taça Cultura, quando o Alves da Cunha foi derrotado e aconteceram muitas criticas contra o juiz, contra a organização da Taça Cultura e até contra pessoas do próprio Alves da Cunha. Todo jogo tem sua história e o de Domingo foi bem diferente daquele em tudo e por tudo. Pelo ponte Preta que queria manter a escrita e passar recibo. Não conseguiu e perdeu por 2 x 0. Foi um jogo, onde desta vez o Alves da Cunha pode mostrar um pouco mais seu futebol e alguns de seus valores. Destacamos o meio-campo Ditão, o centroavante Dito, o lateral Sebastião e Garrincha que mostrou rapidez, inteligência e que se derem especo, dribles curtos e velocidade são uma constante.

O Ponte Preta mostrou Marcinho e Gilmar. Gilmar fez tudo para deixar sua marca; correu, chutou, esforçou-se ao máximo mas não conseguiu balançar as redes do goleiro Zé Carlos!

O Marcinho marcando muito bem, com lealdade, tentando o jogo todo armar seu meio de campo. Foram infrutíferos seus esforços por que logo depois dos 15 minutos iniciais onde o goleiro Zé Carlos levou um susto danado com a bola caprichosa quase entrando num chute despretensioso. O Alves da Cunha saindo de seu campo com desenvoltura foi aos poucos aparecendo na área do Ponte Preta dando trabalho para o Silvio, até que aos 25 minutos Dito, centroavante, recebeu a bola redondinha e impetuosamente a colocou aninhada no cantinho do gol. O jogo ficou mais alegre com o Alves da Cunha se movimentando com alegria, pois o Ponte Preta se preocupava muito em se defender. Assim se esquecendo de cuidar do meio de campo, no segundo tempo, mais ou menos aos 25 minutos, Dito novamente em jogada espetacular fecha o placar em 2 a 0 com um bonito gol. Assim para o Alves da Cunha estava paga com juros a derrota da decisão da Taça Cultura. Os times formaram assim:

Ponte Preta:Silvio, Nei, Murilo, Tatá, Zilmar, Vininho, Gelson, Elio, Marcinho, Zé Adir, Gilmar e Mosquito.

Alves da Cunha: Zé Carlos, Sebastião, Zé Daniel, Cacaia, Ditão, Sandro, Vicente, Julio César, Quinca, Três, Dito e Garrincha.

Arbitragem: Juiz Célio Novais com Isidoro Lessa na amarela e Antônio Queiroz na vermelha.

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